— Coisinha chata.
— Agora sou diminuitivo pra você?
— Agora você se importa?
— Deixei de me importar alguma vez?
— Todas as vezes, inclusive agora.
— E você se importa com o “fato” de eu não me importar?
— Se eu me importo ou não, isso não importa pra você! E para tua informação eu não me importo.
Ele começa a rir descontroladamente.
— Do que está rindo idiota? Não contei piada nenhuma.
— Não mesmo. — Ele volta a rir.
— Então onde está a graça?
— Você é a graça! Quer cobrar coisas de mim que nem você é capaz de fazer.
Acaba, sempre acaba. Tudo acaba e ponto final. E isso vai de um biscoito recheado, até um relacionamento. Mas é o que eu digo, sou das antigas e ainda acredito em amor eterno. Vai que por sorte eu encontre um.